sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Baixa Tolerância ao Esforço

Foram muitas as situações que presenciei e ainda presencio com alguns clientes que manisfestam a baixa tolerância ao esforço.

Quando me refiro a baixa tolerância, quero dizer que são pessoas que não querem e não gostam da sensação de cansaço advindo do esforço físico. São vários cenários com o mesmo aspecto: não querer sair da zona de conforto! 🙊

Isso mesmo!

Quando a pessoa é cobrada para realizar mais esforço para alcançar o melhor patamar de intensidade proposto para o seu treino, esta pessoa não chega lá, por se sentir incomodada com o fato de se esforçar para tal objetivo, permanecendo em sua zona de conforto.

E sabe o que significa estar dentro da zona de conforto?

Não obter o resultado que deseja. 👊




Um exemplo que aconteceu com um (a) cliente ilustra muito bem o que quero dizer:

A média de gasto energético de um dado treino é de 520 kcal e este (a) cliente despendeu ao final do treino apenas 284 kcal e sabe por quê?

Simplesmente por não querer fazer o esforço necessário e ainda achar que o exercício proposto não é o que a pessoa esperava.

Imagina se fosse possível gastas 500 kcal apenas olhando os outros se acabarem  no exercício e você nem suar? Pois foi quase isso nesse exemplo.

Quer ter resultado? É você que tem que ir atrás! O seu treinador lhe motiva, lhe orienta pelos os melhores caminhos, mas só você pode percorrê-lo!

Deixe sua zona de conforto e conquiste o seus resultados.

Até a próxima! 😉

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Contração Muscular Isométrica


Em geral quando pensamos em exercícios físicos relacionamos o corpo ao movimento. Porém, quando se trata de contração muscular isométrica, estamos falando de atividade muscular sem movimento. 😮

Seria isso possível? 👀

Também conhecido como treinamento de carga estática, o treino de isometria refere-se a atividade muscular na qual não há modificação no comprimento do músculo durante o exercício.

A duração desse momento é determinada pelo tempo e não em repetições comumente observados nos treinos de musculação. Podendo essa contração durar alguns poucos segundos a alguns minutos, dependendo no nível de condicionamento de cada um.

Geralmente aplicado em treinos com predominância nas contrações isotônicas que são o oposto da atividade muscular isométrica, ou seja, os músculos se movimentam alterando dessa forma o seu comprimento.

O treino isométrico tem como objetivo aumentar a força em determinado ângulo articular dentro da amplitude do movimento (Fleck e Kraemer, 1999). Sendo assim, auxilar no ganho de força no treino de musculação.

Na foto abaixo um exercício isométrico com uma superfície instável provocando dessa maneira uma maior exigência da atividade muscular.



Procure a orientação de um Profissional de Educação Física e bons treinos.

Até a próxima!

sábado, 1 de junho de 2019

Exercícios Físicos e Idosos

Imagine na hora do banho ter que pegar o sabonete no chão por que escorregou da mão.
O ato de agachar, pode ser simples para um jovem e um adulto de meia-idade. Mas quando nos referimos a pessoa idosa, essa situação não perece ser tão simples.

Agachar requer força dos membros inferiores, equilíbrio para não escorregar e flexibilidade para alcançar a amplitude necessária para se chegar até o chão.

A importância de se exercitar com movimentos que tragam experiência motora similar as atividades do dia a dia, traz independência e segurança para a pessoa idosa.

Neste vídeo demonstro dois exercícios: o primeiro de suma importância para a aquisição de força dentro de uma determinada amplitude e o segundo para melhoria do equilíbrio.





Busque a orientação de um Profissional de Educação Física e melhore sua qualidade de vida.

Até a próxima!

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Obesidade Andróide e Ginóide

Obesidade quantidade excessiva de gordura corporal em relação a massa corporal; 
IMC de 30 Kg/m² ou superior.

Há duas formas de distribuição de gordura no corpo, sendo mais perceptível quando esta gordura está em excesso. Uma é denominada Ginóide ou Ginecóide e a outra Andróide.

Você sabe qual a diferença?

Estudos confirmam que ambas são bem distintas em homens e mulheres.

Obesidade Ginóide é o tipo de obesidade no qual o excesso de gordura localiza-se na parte inferior do corpo, ou seja, no quadril. Sendo comparado ao "formato de pera" do corpo (Heyward, 2004).

Obesidade Androide é o tipo de obesidade em que a gordura corporal em excesso localiza-se na parte central do corpo, ou seja, no abdome e entre as vísceras. Devido ao seu acúmulo no abdome, especialistas se referem a ela como obesidade em "forma de maçã" (Heyward, 2004).



A obesidade androide tem predominância em homens mas, é possível encontrar mulheres com esse tipo de acúmulo adiposo. Já a obesidade ginóide tem predominância feminina, mas podendo existir homens com suas características.

A gordura abdominal visceral é mais facilmente quebrada (Lipase lipoprotéica) em comparação com a gordura subcutânea da mesma região (Bouchard, 2003).
  
E ainda mais, essa mesma quebra de gordura visceral é maior em comparação com a gordura da região gluteofemoral (quadril) (Arner, Lithell, Wahrenberg e Bronnergard, 1991. Citados por Bouchard, 2003). 

Isso significa dizer, que os homens tem um pouco mais de facilidade para eliminar gordura visceral do que as mulheres.

Busque sempre um Profissional de Educação Física.

Até a próxima!

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Adoração à Comida



Incrível como a adoração pode nos levar a níveis extremos! Fico pensando que se houver um deus da comida, ele vai estar muito satisfeito com tantos fiéis em romaria ao seu produto.

Acredito num processo de conscientização para se obter uma vida saudável, até porque, comida é o alimento que nos fornece energia para que permaneçamos vivos e trabalhando (no sentido de atividade física e exercícios físicos também). Portanto, deve-se ou deveríamos pensar no que é nutritivo, energético para o momento e com certeza prazeroso também.

E é aí que está a adoração à comida.

Quando o prazer sobressai a necessidade nutricional do corpo para uma vida saudável e funcional, temos em nossa realidade (no mundo) um escape, um canal de busca por algo que proporcione bem estar instantâneo mesmo que em seguida surja um arrependimento, frustração e até mesmo depressão por ter ingerido aquela "coisa" comestível de tanto desejo.

Um estudo sobre a nossa espécie humana (homo sapiens de Yuval Noah Harari) afirma que temos em nossa genética, entranhada desde 30 mil anos atrás, a necessidade de comer o máximo que puder, pois não se sabia quando haveria outra refeição novamente, naquela época a comida não era fácil não. Tinha que caçar e colher. Ou seja, tinha que trabalhar e esperar para adquirir/conquistar o alimento. Esse é um argumento do autor para explicar os ataques compulsivos por comida dos tempos atuais.

E hoje em dia, o quanto você tem que suar para chegar na porta da geladeira ou na lanchonete favorita ou na sorveteria predileta para abocanhar o que vai lhe encher de prazer?

E sem contar com os aplicativos de Delivery, onde mal levantamos do sofá para nos deleitar de prazer. Tem gente que chama isso de merecimento, eu trabalho muito, mereço e posso comer o que quiser.

Na minha opinião: mais uma fonte frustrante de prazer.

Coma para ser feliz e não para ser frustrado(a).

Por hoje é só,

Até a próxima!